Álbum do mês > Dezembro/2012

Repetindo a ideia sobre o Livro do Mês, neste espaço eu vou postar sobre o CD que eu comprei neste mês.

A data desses posts serão aleatórias, vai depender de quando eu comprar o álbum.

Sim, sou old school nesse sentido. Compro CD’s originais. Gosto da experiência de ir a loja, ouvir o álbum, ver a capinha e garimpar CD’s interessantes.

O rádio do meu carro não tem saída auxiliar para conectar o iPod, então, a melhor maneira de ouvir música no carro é através dos CD’s mesmo.

Eu passo os CD’s para o iPod sempre que compro. Gosto de ter a obra completa que o artista criou.

Compro downloads no beatport também, já que álbuns de música eletrônica são mais caros que os usuais R$ 15 a R$ 25 dos CD’s que costumo comprar.

Em Dezembro eu comprei 3 álbuns. Dos 3, o que mais estou ouvindo é o álbum do Eddie Vedder, que ele compôs para um filme chamado Into the Wild.

O som é muito bacana, calmo, bom para relaxar. Para quem sabe tocar violão, é uma boa pedida ouvir as músicas e aprender a tocar.

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Bandeirão do Corinthians

Já é uma imagem clássica. Apesar de ser um dos bandeirões mais novos da torcida do Corinthians, acredito que a mensagem desta bandeira seja uma das mais importantes e relevantes a respeito da torcida corinthiana. É impressionante o tamanho. E as cores e fontes foram muito bem selecionadas para compor a beleza desse bandeirão.

Em menos de um ano, o Corinthians deixará o Pacaembu e passará a atuar na Arena Corinthians. Esta imagem ficará na memória dos torcedores.

Calendário do futebol brasileiro x calendário europeu

O calendário brasileiro tem que acompanhar o calendário europeu.

Os times tem que se tornar mais conhecidos fora do Brasil. Excursões para a Europa e a Ásia, só quando o calendário for ajustado.

As férias dos jogadores seriam respeitadas, com uma pré-temporada com tempo decente para os jogadores recuperarem sua forma física.

Os times arrecadariam mais dinheiro com amistosos contra times europeus. A velha discussão entre a qualidade dos times brasileiros versus as “seleções” européias teriam um debate real, não um hipotético, com grandes possibilidades de desmascararem a qualidade dos clubes europeus.

Palmeiras, Corinthians, São Paulo e os demais clubes brasileiros não teriam 3 janelas no calendário como ocorre hoje, e sim duas. Isso ajudaria na manutenção do elenco e menos rotatividade nos times significa maior entrosamento, consequentemente, melhor desempenho em campo.

Com o calendário europeu, os campeonatos regionais teriam uma diminuição sensível no número de jogos dos clubes da série A nestes torneios. Ausência esta que não seria prejudicial a esses times, muito pelo contrário, afinal, os campeonatos regionais não atraem público, mesmo quando os times grandes jogam no interior. Apenas nos clássicos o público se torna maior.

Sugestões foram propostas para a Pluri Consultoria no final de Novembro em um concurso. Espero que a CBF avalie estas propostas e siga com a racionalização do calendário.  Caso contrário, haverá a criação de um poder paralelo, visando a criação da liga de futebol em substituição da CBF na organização dos torneios, o que seria algo terrível para a Confederação Brasileira de Futebol.

Época sem futebol nacional

Essa fase do ano sem campeonatos de futebol no Brasil é muito enfadonha. Estamos acostumados a toda quarta e domingo com jogos competitivos. Aquela adrenalina da disputa, o assunto da segunda e da quinta com seus amigos é comentar do jogo do dia anterior, e ouvir asneiras dos antis.

Porém, neste momento, aguardamos o início da Taça São Paulo de Futebol Junior, o que já minimiza um pouco a falta do futebol.

Categoria adulto? Agora só em 2013 com o retorno dos chatos campeonatos regionais. Enfim, é o que teremos até Abril, quando começa o Brasileirão. Ou até o início da Libertadores, para aqueles que torcem por times que estão lá ano que vem.

Por enquanto, só jogo festivo do Zico no Morumbi.

E a mulherada, com o fim da temporada 2012, agradece.

Bikes na Avenida Paulista

Agora pouco eu estava na famosa Avenida Paulista e um grande grupo de bikers passava por lá.

Fiquei contente que havia apoio do CET junto dos bikers. Com segurança é sempre melhor.

O grupo era grande, deveriam ter mais de 200 pessoas pedalando na avenida.

Bikes de todos os tipos eram encontradas. As tradicionais MTB’s, passando por bikes dobráveis, urbanas e até uma bike montada que o dono fez uma espécie de “segundo andar”, emendando um quadro no outro.

O importante é que muitos ciclistas estavam bem equipados para pedalar, com o uso do capacete, de luzes piscantes dianteiras e traseiras e roupas claras. Além disso, pedalavam pela faixa da ciclofaixa, facilitando a identificação e minimizando a dispersão dos bikers na Paulista.

 

 

Fab Melo monstro!

E começamos a ver as garras de Fab Melo, jogador do Boston Celtics, sendo colocadas para fora.

Melo se encontra hoje jogando pelo Maine Red Claws, filial do Boston na D-League, a liga de desenvolvimento da NBA.

A D-League é uma espécie de segunda divisão. Mas como na NBA não tem acesso ou descenso, o mais correto é mencionar a D-League como uma liga paralela.

Esta liga é composta de jogadores que tem potencial de desenvolvimento para atuarem nos times da NBA, mas que ainda estão muito verdes. Geralmente são ex-jogadores das faculdades americanas, que subiram para o profissional. Ou então, jogadores da NBA que estão voltando de lesão, jogam poucas partidas só para readquirir ritmo de jogo. Outro caso que pode ocorrer é de jogadores estrangeiros, também com potencial, e que estão querendo mostrar serviço para tentar um contrato em um time da NBA.

E é nessa liga que Fab Melo começa a mostrar seu jogo. Dia 22, contra o Erie BayHawks, Melo conseguiu um Triple Double! Meteu 15 pontos, 16 rebotes e incríveis 14 tocos! Já no dia 26, contra o Idaho Stampede, foram 32 pontos, 9 rebotes e 9 tocos. Quase outro Triple Double.

Vamos seguir acompanhando o Fab Melo na D-League e torcendo que em 2013 ele faça algumas partidas no Boston.

Programa da Renata Falzoni

Ontem, 27 de Dezembro, assisti na ESPN+, o programa da Renata Falzoni, chamado Aventuras.

Para quem não a conhece, a Renata Falzoni é a criadora do Night Bikers Club do Brasil, é cicloativista e está na TV desde a década de 1980.

O programa foi bem bacana. Teve duas matérias. Na primeira, Renata abordou a pista de moutainbike pública localizada no parque CEMUCAM, em Cotia, SP. Com uma extensão de 7,6 km, a pista foi considerada de dificuldade média pelos usuários.

No segundo bloco, a matéria foi sobre cicloturismo. Mais de 6.000 ciclistas viajaram de SP até Santos pela rota Márcia Prado, que passa pela ciclovia da Marginal Pinheiros, Parque da Serra do Mar, Cubatão e enfim, Santos. O rolê todo demorou 11 horas!

Fiquem ligados nos próximos programas. No site da Renata Falzoni ( http://www.falzoni.com/ )você encontra os horários dos programas inéditos e das reprises.

Futebol americano universitário

Apesar de gostar de futebol americano, apenas nas semana passada, adicionei o pacote da TV a cabo na minha residência que contém os canais da ESPN.

Leio mais sobre o esporte do que assisto.

Regras básicas eu entendo, as complexas, do livro de regras, não.

Assisti grande parte do primeiro quarto do Belk Bowl, uma das várias finais universitárias, entre Cincinnati e Duke, onde Duke mandava no jogo. Os comentaristas detonavam Cincy. Mesmo Duke passando o trator, vacilava em alguns momentos na capitalização dos touchdowns e pontos via field goal. Zapeei a TV e voltei ao jogo no início do último quarto.

O placar apontava vitória para Cincy de 34 a 31.

No entanto, Duke empatou com um field goal, Cincy desperdiçou a posse de bola, e Duke com menos de 5 minutos no relógio, vai em direção do ataque.

A curiosidade é que neste jogo, o kicker de Duke, meteu um FG de 52 jardas, o que é muito! Com isso, ele conseguiu seu recorde na sua curta carreira, ainda universitária.

O que me impressiona no esporte universitário americano é sua organização. Neste jogo, além de ser televisionado via ESPN+ para o mundo todo, Duke usa uniforme Nike, quanto Cincy é Adidas. Ou seja, o dinheiro entra pesado para as universidades, que dão bolsa aos seus atletas.

Outra diferença entre o futebol americano universitário e a NFL é a ausência do 2 minute warning ao final do último quarto. Achei estranho também que o relógio não parou quando o jogador saiu com a bola pela lateral do campo.

Um fumble dentro da red zone do Cincy, com 1min e 20 seg para terminar o jogo, fez com que Duke deixasse de ganhar a partida. Já devia ter chutado no Y. A estatística mostrou que Duke perdeu duas posses de bola no jogo dentro da red zone de Cincinnati.

A imagem do jogador que perdeu a posse de bola é de total desolação. TD para Cincy faltando 44 segundos e a perda do bowl para Duke. Depois houve a conversão do chute extra.

Se o técnico de Duke vacilou na escolha da jogada há 2 minutos, que deveria ter sido o chute a gol, o time da casa não perdeu tempo e mandou bala com um TD de 83 jardas.

Torcida de Duke cabisbaixa. O estádio não está lotadão, mas tem público muito bom.

Este é outro apontamento que faço. Mesmo sendo esporte universitário, a galera vai ao jogo.

Além do jogo, tem o show do intervalo. Ohio State manda muito bem nessa parte. Existem vídeos no Youtube que são famosos. Postarei futuramente aqui no blog uma dessas apresentações.

Mais um TD de Cincy. 47 a 34, faltando 14 segundos no relógio. O QB de Duke arriscou o passe, houve a interceptação e o jogador do time adversário foi pro TD. O camisa 4 de Cincinnati veio da lateral esquerda a toda velocidade e quebrou o passe do QB. Ponto extra convertido. E fim de papo.

Brendon Key, do Cincinnati foi o jogador da partida.

Bikers em Sampa

Fico feliz com as estatísticas que vejo na TV e nos demais meios de comunicação quando falam no número de usuários de bicicletas em São Paulo.

Já são cerca de 500 mil usuários deste meio de transporte limpo e não poluente, além de ser um meio de se obter mais saúde.

Este número parte do critério de que uma pessoa utiliza a sua bike como meio de transporte ao menos uma vez por semana.

Logo em uma cidade onde a infraestrutura para os ciclistas é ínfima durante a semana e em crescimento aos domingos e feriados, quando temos as ciclofaixas liberadas pela prefeitura da cidade, além das ciclovias recém construídas e ampliadas.

Já tive a experiência de pedalar em uma das ciclofaixas da cidade, e posso dizer que o trabalho é bem feito e seguro, fazendo com que a cada domingo ou feriado, mais e mais pessoas utilizem o serviço a lazer.

No entanto, minha crítica vai em direção ao modelo, pois vamos perder uma ótima oportunidade no final do ano de abrir as ciclofaixas durante a semana entre o Natal e o Ano Novo. Digo isso pois é uma época onde o trânsito de carros, motos, ônibus e caminhões é menor, e testes durante os dias da semana poderiam ser promovidos neste período.

Esta oportunidade também foi descartada pois estamos em fase de transição no governo da cidade, então vejo como um vacilo grande do atual prefeito, já tirando o pé do acelerador quanto a administração do seu governo.

Espero que o novo prefeito eleito tenha um olhar favorável ao uso das magrelas na cidade e que os testes durante os dias da semana sejam realizados.

A população tem interesse em deixar seu carro em casa sim, porém a contrapartida é que haja segurança para os deslocamentos. Basta o novo governo da cidade abraçar a causa. São 500 mil votos futuramente prefeito.