O que aprendemos com Lance Armstrong

A repercussão vai rolar por muito tempo ainda, pois os desdobramentos da revelação do doping de Lance Armstrong são muitas. Envolve inclusive uma empresa norte-americana estatal, que patrocinou o atleta por um período da sua carreira. Armstrong será processado por várias empresas que tiveram sua imagem arranhada com o escândalo.

O que quero debater é o que aprendemos com o fato. Vale vencer trapaceando? A consciência de Lance Armstrong veio pesar só agora? Como estão se sentindo os atletas que foram vice-campeões nos anos que o americano venceu? Como seria a vida dessas pessoas hoje caso Armstrong nao tivesse vencido e a mídia voltasse para esses  vices como verdadeiros campeões? Contratos de patrocínio que esses atletas deixaram de conquistar, e muitos outros desdobramentos.

Lance se mostrou arrependido. Mas ele nunca vai devolver o calor do momento da vitória dos adversários o qual ele suplantou vencendo com doping. Ele nunca vai devolver aos espectadores os valores que o esporte nos trás e que temporariamente estão em suspenso, pois todos estamos abalados com sua revelação. E por mais bem que ele tenha feito ao arrecadar milhões de dólares para a pesquisa contra o câncer, tudo volta ao zero, pois ele agora foi taxado de trapaceiro por todos.

Precisamos de ídolos sim, mas que eles sejam humanos como nós.

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Bikes na Avenida Paulista

Agora pouco eu estava na famosa Avenida Paulista e um grande grupo de bikers passava por lá.

Fiquei contente que havia apoio do CET junto dos bikers. Com segurança é sempre melhor.

O grupo era grande, deveriam ter mais de 200 pessoas pedalando na avenida.

Bikes de todos os tipos eram encontradas. As tradicionais MTB’s, passando por bikes dobráveis, urbanas e até uma bike montada que o dono fez uma espécie de “segundo andar”, emendando um quadro no outro.

O importante é que muitos ciclistas estavam bem equipados para pedalar, com o uso do capacete, de luzes piscantes dianteiras e traseiras e roupas claras. Além disso, pedalavam pela faixa da ciclofaixa, facilitando a identificação e minimizando a dispersão dos bikers na Paulista.

 

 

Programa da Renata Falzoni

Ontem, 27 de Dezembro, assisti na ESPN+, o programa da Renata Falzoni, chamado Aventuras.

Para quem não a conhece, a Renata Falzoni é a criadora do Night Bikers Club do Brasil, é cicloativista e está na TV desde a década de 1980.

O programa foi bem bacana. Teve duas matérias. Na primeira, Renata abordou a pista de moutainbike pública localizada no parque CEMUCAM, em Cotia, SP. Com uma extensão de 7,6 km, a pista foi considerada de dificuldade média pelos usuários.

No segundo bloco, a matéria foi sobre cicloturismo. Mais de 6.000 ciclistas viajaram de SP até Santos pela rota Márcia Prado, que passa pela ciclovia da Marginal Pinheiros, Parque da Serra do Mar, Cubatão e enfim, Santos. O rolê todo demorou 11 horas!

Fiquem ligados nos próximos programas. No site da Renata Falzoni ( http://www.falzoni.com/ )você encontra os horários dos programas inéditos e das reprises.