Post #33 – Electronic Nation traz DJ Mandraks para o programa

Dj Mandraks

Está no ar o programa quarto programa Electronic Nation com o DJ Mandraks, residente da rave Sirius e que faz parte do casting da agência Water Republic.

Em seu set de 30 minutos, ele traz o som do Wehbba, algumas produções internacionais e fala um pouco sobre sua vida e a cena eletrônica atual.

Não perca esta entrevista exclusiva com o DJ revelação de 2007, aclamado pela mídia especializada.

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Rádio E – Essencialmente Eletrônica

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Post #5 – Morte e Vida do Psytrance no Brasil

Ano passado quase inteiro eu trabalhei no selo Minds Records aqui no Brasil, fazendo diversas coisas e foi uma época que eu vivia em raves e perambulava pelo estado de SP inteiro. Foi muito boa esta época, conheci muitas pessoas legais, viajei muito e eu renasci pra vida nessa época. Nada de drogas e álcool, como faz parte da minha filosofia de vida. Eu curto música e meu trabalho me divertia muito.

 Mas o que eu via nas discussões dos promoters, da galera e minha própria percepção nas diversas raves que eu fui, umas maiores, outras menores, mas o assunto sempre pairava no ar era a morte do Psytrance no Brasil.

 Este efeito já é sentido na Europa, onde o gênero já foi substituído por um bpm mais baixo e assim a onda Psytrance vai ficando cada vez mais restrita a Israel, Japão e, cada vez menos, Brasil.

 Menos pq as raves hoje estão incluindo uma segunda pista de house e seus atuais segmentos, como electro e progressive, algumas até apresentando o minimal.

 Menos pq os grandes artistas do Psytrance estão caros para o padrão de festas do Brasil na atualidade.

 E menos pois o Psytrance em seus 11 ou 12 anos de raves no Brasil e como gênero sendo produzido, não evolui, já que suas bases são dos anos 90 e já estamos em 2008.

O fato é que o Psytrance ainda não saiu de cena pois tem o lado da cultura trance original e essa galera nunca vai deixar de curtir o Psytrance nas raves, mesmo que elas se tornem apenas redutos de pvts e também, vez ou outra, vem um produtor novo e desconhecido e lança uma música do gênero que estoura e a galera vai atrás do Psytrance novamente.

 Pra quem produz festas, ficar de olho em músicas de potencial do gênero, pode trazer ou tirar o público da fezta que produz. As novidades influenciam diretamente na escalação do line-up.

  Eu sou do house, mas curto um psy bem produzido e que não seja mainstream. Mas o som que eu curto mesmo é o Trance, definitivamente o mais melódico.

 Pra finalizar, acho que hoje em dia o Psytrance está naquela fase de indefinição e stand-by. Vai depender dos produtores para o gênero voltar a ser popular ou o Psy será o novo Drum and Bass.