Álbum do mês > Dezembro/2012

Repetindo a ideia sobre o Livro do Mês, neste espaço eu vou postar sobre o CD que eu comprei neste mês.

A data desses posts serão aleatórias, vai depender de quando eu comprar o álbum.

Sim, sou old school nesse sentido. Compro CD’s originais. Gosto da experiência de ir a loja, ouvir o álbum, ver a capinha e garimpar CD’s interessantes.

O rádio do meu carro não tem saída auxiliar para conectar o iPod, então, a melhor maneira de ouvir música no carro é através dos CD’s mesmo.

Eu passo os CD’s para o iPod sempre que compro. Gosto de ter a obra completa que o artista criou.

Compro downloads no beatport também, já que álbuns de música eletrônica são mais caros que os usuais R$ 15 a R$ 25 dos CD’s que costumo comprar.

Em Dezembro eu comprei 3 álbuns. Dos 3, o que mais estou ouvindo é o álbum do Eddie Vedder, que ele compôs para um filme chamado Into the Wild.

O som é muito bacana, calmo, bom para relaxar. Para quem sabe tocar violão, é uma boa pedida ouvir as músicas e aprender a tocar.

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Post #33 – Electronic Nation traz DJ Mandraks para o programa

Dj Mandraks

Está no ar o programa quarto programa Electronic Nation com o DJ Mandraks, residente da rave Sirius e que faz parte do casting da agência Water Republic.

Em seu set de 30 minutos, ele traz o som do Wehbba, algumas produções internacionais e fala um pouco sobre sua vida e a cena eletrônica atual.

Não perca esta entrevista exclusiva com o DJ revelação de 2007, aclamado pela mídia especializada.

Download no http://radioe.mypodcast.com

Rádio E – Essencialmente Eletrônica

Post #13 – Fundação do PodCast Rádio E

Continuando com minhas experiências multimídia, venho anunciar que hoje eu fundei o PodCast Rádio E. O projeto de uma rádio “Essencialmente Eletrônica”, já vinha sendo discutido há mais de dois anos junto a amigos e interessados no assunto e concluí que o melhor formato para a introdução de uma programação eletrônica era um PodCast, até poder ter uma grade completa de uma rádio.

O primeiro programa será produzido durante a semana que vem e será postado após o feriado de Tiradentes.

A tendência é que suas atualizações sejam semanais, às sextas-feiras, fazendo com que você ouça o PodCast Rádio E indo para a sua balada ou rave durante o fim de semana. Nada melhor que um ótimo aquecimento musical.

O endereço para vocês acessarem: http://radioe.mypodcast.com

 

Post #5 – Morte e Vida do Psytrance no Brasil

Ano passado quase inteiro eu trabalhei no selo Minds Records aqui no Brasil, fazendo diversas coisas e foi uma época que eu vivia em raves e perambulava pelo estado de SP inteiro. Foi muito boa esta época, conheci muitas pessoas legais, viajei muito e eu renasci pra vida nessa época. Nada de drogas e álcool, como faz parte da minha filosofia de vida. Eu curto música e meu trabalho me divertia muito.

 Mas o que eu via nas discussões dos promoters, da galera e minha própria percepção nas diversas raves que eu fui, umas maiores, outras menores, mas o assunto sempre pairava no ar era a morte do Psytrance no Brasil.

 Este efeito já é sentido na Europa, onde o gênero já foi substituído por um bpm mais baixo e assim a onda Psytrance vai ficando cada vez mais restrita a Israel, Japão e, cada vez menos, Brasil.

 Menos pq as raves hoje estão incluindo uma segunda pista de house e seus atuais segmentos, como electro e progressive, algumas até apresentando o minimal.

 Menos pq os grandes artistas do Psytrance estão caros para o padrão de festas do Brasil na atualidade.

 E menos pois o Psytrance em seus 11 ou 12 anos de raves no Brasil e como gênero sendo produzido, não evolui, já que suas bases são dos anos 90 e já estamos em 2008.

O fato é que o Psytrance ainda não saiu de cena pois tem o lado da cultura trance original e essa galera nunca vai deixar de curtir o Psytrance nas raves, mesmo que elas se tornem apenas redutos de pvts e também, vez ou outra, vem um produtor novo e desconhecido e lança uma música do gênero que estoura e a galera vai atrás do Psytrance novamente.

 Pra quem produz festas, ficar de olho em músicas de potencial do gênero, pode trazer ou tirar o público da fezta que produz. As novidades influenciam diretamente na escalação do line-up.

  Eu sou do house, mas curto um psy bem produzido e que não seja mainstream. Mas o som que eu curto mesmo é o Trance, definitivamente o mais melódico.

 Pra finalizar, acho que hoje em dia o Psytrance está naquela fase de indefinição e stand-by. Vai depender dos produtores para o gênero voltar a ser popular ou o Psy será o novo Drum and Bass.