Vasco é prejudicado e a tecnologia só na Copa?

Uma das maiores vergonhas do futebol brasileiro foi o gol nítido de falta que o jogador Douglas, do Vasco fez ontem no clássico contra o Flamengo que o juiz não validou.

O pior de tudo é que o sistema eletrônico que auxilia a arbitragem em lances como esse só será utilizado na Copa do Mundo. E o Maracanã vai receber o sistema para o torneio, mas já deveria ter sido utilizado ontem!

Simplesmente pelo fato de que o juiz do fundo do campo, sim, aquele “tipo bandeira” invalidou o gol do Douglas, que foi nítido, como mostra a câmera de televisão.

Vasco x Flamengo

O auxiliar do fundo do campo estava fazendo o que no lance? A bola entrou nitidamente!

E isso prejudicou o Vasco no clássico.

Mais grave foi o acerto em uma mesma situação, mas numa falta no gol do Elano para o Flamengo, onde o goleiro vascaíno tirou de dentro do gol, e o juiz validou o lance. Os jogadores do Vasco ficaram loucos!

Para finalizar, o sistema eletrônico deveria já ter sido instalado no Maracanã, mesmo em fase de testes. Ontem teria sido uma ótima oportunidade para o teste, mas que foi deixada de lado.

Infelizmente para o Vasco, só resta jogar mais bola no próximo jogo e recuperar o terreno perdido.

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Post #34 – Os argentinos nunca assumem suas derrotas

http://www.ole.clarin.com/notas/2008/06/05/copalibertadores/01687498.html

Chega a ser ridídula a postura do diário Olé argentino, mesmo todos nós brasileiro sabendo que o diário fala de um jeito muito apaixonado com seu torcedor.

Uma postura que beira o anti-profissionalismo, trazendo para seus leitores, textos que não exprimem a verdade do que ocorreu em camo, e tornam ainda mais patéticas as frases, ditas sagradas, pelos jornalistas brasileiros em supervalorizar o Boca Juniors, chamando-os de qualquer superlativo, como Poderoso Boca Juniors. Poderoso já poderia ser marca registrada do Corinthians, que inventou o Todo Poderoso Timão e toda hora falam desta maneira para o Boca.

Que na minha opinião era um Boca Meia-Boca jogando essa Libertadores da América, muito inferior a outros times boquenses que já vi jogar o torneio.

Mas o pior de tudo é o inconformismo que o diário Olé prega em sua matéria no link acima. Acham que o resultado de 3-1 foi irreal, não refletiu a partida. 3-1 sempre é um resultado que mostra superioridade absoluta de um time. Ainda mais da forma com que os gols foram feitos, e seus momentos na partida. É claro que eu excluo o segundo gol, pois foi um gol de um lance de sorte, mas até aí, com 2-1 no placar, o Boca tinha que tentar algo a mais fora de seus domínios, onde justamente no mata-mata deste ano jogou suas melhores partidas. E o empate levaria a decisão para os pênaltis, temíveis por qualquer jogador de futebol.

O que tem de mais legal no diário Olé, ao menos hoje, são as charges dos torcedores do River, que como bons torcedores do time rival, secaram a pimenteira e goraram o máximo que puderam o time do Boca. E deu certo.

Mas o diário Olé poderia ser um pouco menos apaixonado com as matérias que escreve, ser um pouco mais jornalístico e narrar os fatos, com olhos argentinos, claro, mas com olhos de jornalistas com credibilidade e não com olhos de torcedores que publicam matérias neste jornal.