LeBron James, 61

LeBron James marcou 61 pontos noite passada contra o Bobcats em jogo realizado em Miami pela NBA.

É o recorde do atleta.

Kobe Bryant tem 81, Will Chamberlain tem 100. Michael Jordan tem 69.

LeBron está no auge da sua carreira. Maduro em quadra e com um time pronto para vencer mais um campeonato.

Jogo para pagar novamente o ingresso, pois o Miami venceu por 124 a 107 sem prorrogação.

Depois do que ocorreu ontem, acho que LeBron deu mais uns dois passos adiante na busca do título de MVP da temporada 2013/2014.

 

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Seleção Brasileira de basquete cai em grupo da morte no Mundial 2014

A polêmica é grande quanto a decisão da CBB em “comprar” a vaga do Brasil no Mundial masculino de Basquete, já que o dinheiro “pago” poderia ter sido utilizado em ações de melhorias do nosso basquete em múltiplas vertentes.

Pior que pagar, é ter o azar de cair no grupo com Espanha e França, duas das maiores potências do esporte na atualidade.

Mas sorteio é sorte. E o Brasil não deu essa sorte.

O trabalho do técnico Magnano está na alça de mira. Se o vexame se repetir, ele poderá ter que pegar sua malinha e voltar para a Argentina.

Vamos ver se a lista de convocados incluirá os brasileiros que jogam na NBA e assim, evitarmos o 0-4 das eliminatórias.

Leandrinho assina por 10 dias com o Suns

A notícia foi confirmada e Leandrinho será jogador do Phoenix Suns em um contrato de 10 dias. Sim, 10 dias.

Leandrinho já deixou a equipe do Pinheiros. Ele vinha jogando o NBB e fazendo boas atuações, com 50% de aproveitamento de 3 pontos e 46% de 2 pontos.

É um tudo ou nada para Leandrinho retomar sua carreira internacional. O jogador tem 31 anos e há muita desconfiança dos GMs das equipes da NBA com relação a lesão que ele teve na última temporada quando defendia o Boston Celtics.

Serão 5 jogos. E o time estará na fase road, ou seja, todos jogos fora de casa.

O contrato poderá se estender por mais 10 dias. Se ele mostrar serviço, o Suns ainda tem um slot que poderia fazer um contrato até o final da temporada para ele. Outra possibilidade seria outra equipe contratar os serviços do “Ligeirinho”, como é conhecido nos EUA.

Barbosa já foi o melhor sexto homem da liga norte-americana, atuando pelos Suns. Espero que ele agarre a chance e tenha boas atuações e tempo de quadra suficiente para retornar em definitivo para a NBA.

Falando nisso, posto um vídeo com os melhores momentos de Leandrinho na NBA.

 

Tática do Hack-a-Shaq

Falando de basquete, o @FRSormani abomina a tática suja e desleal do Hack-a-Shaq. Eu também abomino.

Para quem não sabe, o Hack-a-Shaq é uma tática de fazer faltas no jogador do time adversário que tem pior aproveitamento nos lances livres.

Essa tática ficou famosa sendo utilizada em cima do ex-jogador Shaquille O’Neal. Obviamente, O’Neal era horrível nos lançamentos dos lances livres. O’Neal era um jogador de mobilidade baixa, alto pra caramba, forte (leia-se pesado) e que seu jogo se baseava em enterradas.

Com esta abominável tática, muitos times já ganharam jogos, pois não deixam o oponente arremessar da quadra com jogadores de percentual alto de acerto, seja dentro do garrafão, seja detrás da linha dos 3 pontos.

Wilt Chamberlain foi responsável pela criação de duas regras no basquete. A primeira é o goaltending, que ocorre quando um jogador de defesa bloqueia a bola na descendente, normalmente com um tapa. A segunda regra foi o banimento do salto  no arremesso livre, já que Chamberlain pulava da linha e enterrava. Com estas duas regras, o jogo evoluiu.

Já na questão do Hack-a-Shaq, não leio sobre uma intenção de alteração nesta regra. Minha sugestão é denominar um atleta do time antes da partida começar para que ele seja o único arremessador de lances livres durante a partida. Isso faria com que menos faltas fossem produzidas no jogo. E com as faltas ocorrendo, sendo o melhor arremessador indo para o lance livre, o time faltoso acabaria tomando mais pontos, e os placares seriam mais dilatados. Ou então que fosse semelhante ao pênalti no futebol, com um jogador aleatório cobrando o pênalti. Obviamente, o técnico ia denominar ali no calor do jogo qual o jogador do seu time irá cobrar os lances livres e ele escolheria os de melhor qualidade.

Fab Melo monstro!

E começamos a ver as garras de Fab Melo, jogador do Boston Celtics, sendo colocadas para fora.

Melo se encontra hoje jogando pelo Maine Red Claws, filial do Boston na D-League, a liga de desenvolvimento da NBA.

A D-League é uma espécie de segunda divisão. Mas como na NBA não tem acesso ou descenso, o mais correto é mencionar a D-League como uma liga paralela.

Esta liga é composta de jogadores que tem potencial de desenvolvimento para atuarem nos times da NBA, mas que ainda estão muito verdes. Geralmente são ex-jogadores das faculdades americanas, que subiram para o profissional. Ou então, jogadores da NBA que estão voltando de lesão, jogam poucas partidas só para readquirir ritmo de jogo. Outro caso que pode ocorrer é de jogadores estrangeiros, também com potencial, e que estão querendo mostrar serviço para tentar um contrato em um time da NBA.

E é nessa liga que Fab Melo começa a mostrar seu jogo. Dia 22, contra o Erie BayHawks, Melo conseguiu um Triple Double! Meteu 15 pontos, 16 rebotes e incríveis 14 tocos! Já no dia 26, contra o Idaho Stampede, foram 32 pontos, 9 rebotes e 9 tocos. Quase outro Triple Double.

Vamos seguir acompanhando o Fab Melo na D-League e torcendo que em 2013 ele faça algumas partidas no Boston.