Então temos um brasileiro bom no salto com vara???

Pois é, descobri isso esta semana. Thiago Braz é o nome da fera saltadora.

Ele está em quarto lugar no ranking mundial do salto com vara e podemos considerar ele uma boa aposta de capturar uma medalha nas olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

Seu último salto ele obteve a marca de 5,76 m, que é o novo recorde sul-americano.

Tá melhor posicionado que a nossa famosa Fabiana Murer, nono no ranking mundial feminino.

Devemos acompanhar sua evolução no esporte e torcer para que ele realmente chegue com chances!

Abaixo um vídeo do Youtube com ele saltando 5,50m no Campeonato Mundial Junior.

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Caminho para os esportes de inverno no Brasil

Aproveitando o momento Olimpíadas de Sochi, resolvi escrever a respeito dos esportes de inverno e como eles poderiam se desenvolver no Brasil.

Basicamente nossos atletas que foram para Sochi praticam esportes de neve. E não temos neve no Brasil.

Snowboard e o salto. Todos esportes de neve. Tivemos também cross-country e biathlon, que também são esportes de neve. O bobsled é considerado esporte de gelo, mas usa uma infraestrutura específica, que é a pista onde o trenó desce.

No entanto, para podermos praticar estes esportes e futuramente termos atletas que seguirão os passos de quem nos representa lá hoje, precisamos de um alto investimento e são raros os atletas que dispõem disso hoje neste segmento.

Para mim, o mais lógico, seria migrar o dinheiro que a CBDN (Confederação Brasileira de Desportos na Neve) destina a esses atletas, para a CBDG, que é a Confederação Brasileira de Desportos no Gelo.

Hóquei no Gelo

Pois no gelo, podemos passar a ter os esportes adaptados e em uma infra-estrutura que poderá ser construída em diversas cidades brasileiras.

Em uma área pública com as dimensões de patinação de velocidade pista longa, onde podemos disputar 8 medalhas, pelo menos, há possibilidade de adaptar a mesma área para o  hóquei, com mais duas medalhas (masculino e feminino), assim como poderemos desenvolver toda a parte de patinação artística (pelo menos mais 3 medalhas), a patinação de velocidade de pista curta (pelo menos mais 6 medalhas). Isso poderia ser construído em concreto bem liso e suas linhas pintadas de forma com que fosse uma área multi-uso. Seriam 19 medalhas sendo disputadas com a criação dessa mesma infra-estrutura, e com esportes que a garotada teria acesso a sua prática de forma bem mais possível. Muito mais do que as possibilidades que temos hoje.

E poderíamos ter arenas de gelo realmente, uma para cada região do Brasil, com uma capacidade de público de 5 mil pessoas, que concentrariam esses atletas de nível nacional para praticar seus esportes e se desenvolverem para o nível internacional.

E nessas arenas de gelo, entraríamos com o curling também. Mais duas medalhas.

Em dois ciclos olímpicos, com a disseminação feita a partir desse modelo adaptado, certamente iriamos colher nossos primeiros resultados.