Falando agora de dois times tradicionais do futebol brasileiro que estão muito mal. São eles: Santos e Botafogo.
Protagonistas da década de 60, um com Pelé de um lado (Santos) e o outro com Garrincha jogando e bebendo o que podia e não podia, hoje vemos uma situação catastrófica nos dois times.
Pelo lado do Santos, diversas mudanças de técnico no ano, a não-reposição de jogadores e uma das linhas mais fracas de todas as Libertadores que o time jogou, o Santos se iludiu com a presença em um torneio continental de visibilidade mundial, jogou e não convenceu e está perdido em seu comando, já há muitos anos na mão do mesmo presidente Marcelo Teixeira. Podemos ver um novo Dualib ou um Eurico Miranda na figura de Marcelo Teixeira, um presidente perpétuo que administra o clube “da maneira que dá”.
Em 18º na classificação, com uma vitória em 10 jogos, o Santos é um sério candidato ao rebaixamento em 2008. Já está 4 pontos atrás do Sport, primeiro time fora da zona de rebaixamento. Kléber Pereira não faz gols há mais de 50 dias. Chegou a ser cotado para a Seleção Brasileira. Nos últimos 5 jogos, empatou 3 e perdeu 2. Péssimo para o time que foi vice-campeão brasileiro em 2007.
Já o time do Botafogo, depois da saída de Cuca, já dispensou o bizarro Geninho, que não sei como é considerado técnico para algum time da primeira divisão. O Botafogo, que jogava o futebol mais vistoso na opinião de muitos jornalistas esportivos no primeiro semestre do ano, e entrou como um dos favoritos para uma vaga da Libertadores 2009, no mínimo, esqueceu como se joga bola. Com 3 derrotas, 1 empate e apenas 1 vitória nos últimos 5 jogos, e sem técnico, o Botafogo vai a campo tentar subir da 15ª posição na tabela justamente contra o Santos. E fora de casa.
O que esperar de um jogo de futebol desse? Domingo, 16 horas, é sentar na TV e gravar o jogo num DVD com o título Futebol-Terror Vol. 1.